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OS 10 ERROS DO ESCRITOR – 10 MISTAKES A WRITER COMMITS

Escrever é uma paixão, mas quando queremos tornar-nos um escritor profissional, acabamos por ter de lidar com tantas outras situações que nada têm a ver com a escrita. Todas elas acabam por ter um impacto determinante e muitas vezes, por levar a grandes desilusões.

Aqui ficam alguns dos erros mais comuns, especialmente entre os novos autores.

1. Escrever para ganhar dinheiro

Sim, o seu grande sonho é tornar-se um escritor bem sucedido, que pode viver exclusivamente dos seus livros. Mas, se o objectivo é fazer muito dinheiro, talvez esteja na hora de se dedicar a outras actividades…

2. Achar que consegue rever o próprio texto

Este é um erro muito comum nos escritores novatos e em grande parte devido ao lado financeiro que nem sempre é fácil de gerir. No entanto, é preciso ter a perfeita noção de que não vão conseguir rever o próprio texto. É preciso um profissional, que conheça muito bem a língua em que o texto está escrito. É, sem dúvida, uma prioridade.

3. Depender unicamente das redes sociais e do boca-a-boca

Sim, a publicidade é cara e esta é a forma mais rápida e com menos gastos de divulgar o nosso livro. Porém, pouco eficaz. Claro que conseguimos vender uns quantos exemplares aos familiares e amigos, mas depois… percebemos que não chega. E claro, dos 1000 amigos do facebook… quantos irão realmente comprar e quantos ficarão pela promessa de o fazer?

4. Escrever apenas o que gosta

É tentador e confesso que é o erro que mais cometo, mas se querem chegar ao grande público, vão ter de sair da vossa zona de conforto, tentar perceber o que é que os outros querem ler e começar a trabalhar mais nesse sentido.

5. Esperar que a editora faça todo o trabalho publicitário

Pois… este tópico é um dos mais controversos. Senão vejamos, a editora acaba por ter bem menos trabalho do que esperaríamos que tivesse. O autor ajuda nos custos financeiros e ainda tem de publicitar? Mas… não é obrigação da editora? Bem, deveria, pelo menos, ser do interesse dela publicitar os próprios livros e com alguma sorte fazer algum dinheiro com isso, no entanto, o jovem autor tem de se preocupar sim, tem de ser ele a promover o seu livro e organizar eventos que o ajudem a fazê-lo, mesmo que recorram à ajuda da editora. Se não apresentarem ideias, se não tentarem fazer por vocês… nada acontece.

6. Elevadas expectativas

Esta é a melhor história que já alguma vez escreveram? Todos os vossos amigos já leram e gostaram? Que bom! Verdade, é uma sensação maravilhosa, mas não acreditem que isso é a chave do sucesso. Sonhar é bom. Ter ambição. Tentar. Mas expectativas demasiados elevadas, provocam uma queda muito grande e muitas vezes, difícil de recuperar. Apenas, mantenham os pés na terra.

7. Escrever sem planeamento

A melhor parte de escrever um livro é sem dúvida a escrita propriamente dita. É pegar num lápis ou caneta, ou no computador e deixar as palavras fluirem livremente. Contudo, está longe de ser a mais importante. Se não houver um planeamento cuidado da história e da forma como introduzem os factos e as personagens correm sérios riscos de cair em contradições, tornar a história muito lenta ou muito rápida. A incoerência afasta os leitores. É importante fazer um planeamento pormenorizado e só depois escrever.

8. Escrever o que “está na moda”

Isto pode parecer contraditório com o que disse no ponto 4, mas o que quero dizer é “nem 8 nem 80”. Sim, temos de ir de encontro ao que o público deseja, no entanto, corremos o risco de escrever demasiado clichés, ou a nossa história será igual a todas as outras. É importante, mesmo que peguem num tema usado e abusado, que sejam originais e que apresentem algo de novo aos vossos leitores.

9. Preferir “não saber”

Ouvir críticas é muito duro, certo? Mas são absolutamente necessárias, ajudam-nos não só a melhorar a nossa escrita, como também a manter os pés no chão. Com o tempo vão habituar-se a ouvir opiniões menos positivas e torná-las na vossa força, mas para isso, têm de parar para escutar o que os outros têm a dizer.

10. Acomodar-se

Acabei o meu livro. Foi editado. Já passou o lançamento. Pronto, acabou. NÃO! O trabalho ainda agora começou. Participem em eventos, criem coisas nvoas, tragam ideias, não deixem que as pessoas se esqueçam de vocês. E claro: boa sorte! 🙂

 


Writing is a passion, but if you want to do it professionally, you will have to deal with certain situations that aren’t exactly related to the act of writing itself. Every one of these will have a significant impact on you and they will often lead you to disappointment or regret.

In order to try and fight this, one must acknowledge and review certain habits, customs or decisions and try to keep a focused, yet open mind going forward with a goal to better oneself and one’s own work.

Now, I present you with the most common mistakes we tend to make, especially for beginning authors.

1. Writing to make money

Yes, I know your biggest dream is to become a successful writer, who could one day live off of your books, however, if your goal to begin with is simply to make a lot of money, perhaps you should consider rethinking your options…

2. Thinking yourself able to review your own work

This one is a very common rookie’s mistake and actually quite prevalent, mostly due to financial issues when you first start writing and can’t exactly make a living from it. However, you need to know that not only is this not recommended, it’s actually pretty negligent since you can’t really do it properly. You’ll need a professional, someone who really knows the language you’re writing in. It’s, without a doubt, a priority.

3. Relying entirely on social media networks and word of mouth

Yes, publicity is certainly expensive and these methods of promoting your work are definitely cheaper and appear to be quicker to put out. However, they can quite often prove ineffective. Of course you can sell a few copies to your friends and family, but then… you’ll start to realize that it’s simply not enough. And, let us be real here, how many of your thousands of Facebook’s so-called friends will really buy your book and how many will just promise to get around to it once they ‘have the time’?

4. Writing only the kind of works you think you’d like

This is a tempting mistake to make, but if you truly want to reach the general public, you’ll have to get out of your comfort zone, try to understand what people in general like and want to read, then start working towards making sure your own work relates to it in a better or more meaningful way.

5. Expecting the publisher to do all of the publicity work

This topic is quite controversial. The fact is, the publisher will often do and provide you with less than you expected. The point is, with small and medium publishers the author helps (most of the time) with the financial costs and, in the end… is he still expected to be the one to advertise? Isn’t a publisher’s obligation or at least a priority? Well, it should be… The publisher should have the interest of advertising its own books and hopefully make some money from them, however, the young author will certainly have to worry about it as well. He will still have to promote his book and organize events that help him do that, even with the help from the publisher. If you do not present ideas, if you don’t try to do it yourselves…. Nothing will happen.

6. High expectations

Is this the best story you ever wrote? Did all your friends read it and told you they loved it? Good! That’s truly a wonderful sensation, but don’t think it’s pretty much the key to success. Dreaming is good, having some ambition, but… too high an expectation will usually lead you to a greater disappointment and it’s hard bounce back from that. So, try to your head leveled and both feet on the ground.

7. Writing without any planning

The best part of writing a book is, without a doubt, the act of writing in itself. It’s picking up a pen or sitting in front of your computer and letting the words flow freely. However, that may be not the most important part. Without careful planning of the story, the characters and their backgrounds, you can find yourself drowning in contradictions, continuity errors or simply messing up the time, turning your story way too slow or fast. The incoherency alienates the readers. It’s very important that you make a personalized plan and then to write while trying to stick to it.

8. Writing what’s “in vogue”

This may seem contradictory with the previously mentioned point 4, but what I mean is that you shouldn’t exactly have a ‘sink or swim’ attitude. So, yes, you should follow the public to an extent, their ideas and tastes, but you have to be careful as not to write into your work way too many tropes or clichés, thus rendering your story the same as all the others. It’s important that, even if you write about a very popular theme, you try to be creative,give it your own spin and approach the readers with something new that they can fall in love with.

9. Believing that some ignorance is indeed bliss

Hearing criticism is pretty hard, right? But that’s an absolutely necessary evil, as it will help us, writers, improve the quality of our writing or even a particular work, highlighting some of our flaws, yet allowing us to overcome them. With time and some effort on your part, you too will get used to listening to some critical opinions without wallowing, but in order to do that, you need to stop and listen to what people have to say.

10. Accommodating yourself.

“I finished my book. It’s been published. The release date has passed. Done. It’s over.” NO! The work has only just begun. Participate at different events, create new concepts, bring forth ideas… do not let people forget about you. And of course: good luck! 🙂

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DEVANEIOS – REVERIES

CAMPANHA #Chuva_de_Encomendas

Título: Devaneios
Autor: Mafalda Ling

Sinopse: Após o lançamento do Pensamentos aventuro-me agora na obra Devaneios, que se passa entre 17 de agosto e 26 de setembro de 2014.
Continuo a escrever com o meu coração pois de outra forma não saberia como o fazer…

Poderá ser adquirido em:
http://www.wook.pt/ficha/devaneios/a/id/15952070
http://chiadoeditora.com/livraria/devaneios

Poderão ainda tentar encomendá-lo numa loja FNAC ou BERTRAND e ajudar a autora a ver o seu trabalho expandir.


“IT’S RAINING BOOKS” Campaign

Title: Reveries
Author: Mafalda Ling

Synopsis: After the release of ‘Thoughts’ I went out on a limb and took a chance, with this new book Reveries, which reflects on what happened between August 17th and September 26th of 2014.
I keep on writing with my heart as I wouldn’t know how to do it any other way…

It may be acquired at:
http://www.wook.pt/ficha/devaneios/a/id/15952070
http://chiadoeditora.com/livraria/devaneios

You may also order a copy at any FNAC or BERTRAND store and help our author expand her work.

A IMPORTÂNCIA DO TÍTULO – THE TITLE AND ITS IMPORTANCE

Atribuir um título a um livro ou texto, é considerada por muitos a fase mais difícil da produção da obra, mas é também uma das mais importantes.

São vários os casos de livros medíocres que se tornaram bestsellers graças ao seu título chamativo, bem como, muitos são os livros de grande qualidade que continuaram a ganhar pó nas prateleiras das livrarias, graças a um título sem graça e que não apela minimamente ao leitor.

Todos os escritores, na hora da escolha, devem ter em mente que o título pode determinar a leitura ou não da nossa história, livro, notícia ou qualquer outra coisa que tenham escrito.

O título deve dar uma noção do que fala a história e criar um suporte para o leitor, ele pode ser uma expressão-chave que capta a essência do que vão ler. Claro que todos conhecemos vários títulos que não nos dizem nada e mesmo assim vendem. Sabem porquê? Provocam curiosidade. Contudo, pode ser um risco, apostar neste estilo de título.

Ninguém lê o conteúdo da história antes de a comprar, por isso, o título tem de ser chamativo o suficiente, para fazer o leitor pegar no livro e com um pouco de sorte, ler a sinopse.

A sua principal função é precisamente a de atrair potenciais leitores e chamar a atenção para o texto. Deve ser, não só apelativo, mas também criativo, algo que supreenda o leitor e que funciona como anúncio ou rótulo.

Como escolho um título para a minha obra?

A menos que já tenham uma ideia muito definida de início, esta é uma das últimas coisas a fazer. Às vezes, a ideia surge durante o processo natural de escrita, há uma expressão no texto, uma ideia simples e quase instintivamente sabemos que aquele é o título adequado à nossa história.

É preciso ter em conta, que o título tem uma relação de dependência natural, face à obra, claro, mas frequentemente, ganha uma vida própria e não raras vezes, é a única parte da obra que a maioria do público conhece.

O título de uma obra deve ser algo sintético, um título demasiado longo cansa e desinteressa o leitor. A menos que seja já um autor de destaque, o seu livro vai estar na prateleira, bem arrumadinho, sendo que o que mais facilmente é visto pelos potenciais compradores é o título. Se este não for suficientemente apelativo…. ele não vai sair da prateleira e o leitor não vai nem saber do que se trata a obra.

Será este que é um bom critério de escolha para o leitor? Talvez não. Mas enquanto escritores, devemos ter a consciência de que os leitores não vão sequer dar a oportunidade à maioria dos livros que estão expostos e todos sabemos que são muitos. Assim, o título deve ser curto e apelativo. Deve fazer com que o leitor se questione e pegue no livro. Ele vai analisar a capa e a sinopse, também de extrema importância no processo e com um pouco de sorte, levá-lo para casa.

Um bom título é fundamental para o sucesso de qualquer obra.


Giving a title to a book or a text is, for many people, the hardest part of its production, but it’s also one of the most important.

There are many cases of average books that became bestsellers with a special thanks to their appealing title, just as there are a lot of quality books gathering dust in the shelves of book stores partly due to a bland title that does not appeal to the readers.

When it comes time to choose a title, any writer should keep in mind that it may determine whether the audience will read his story, book, news or any other thing he may have been writing.

The title should give a notion about the story’s theme and create a support for the reader, it can be a key sentence that captures the essence of what people will read within. Surely you know some titles that don’t say much and even so, they sell or certainly help in doing so. Why? They stimulate the reader’s curiosity. However, it’s risky to bet on this kind of title.

No one reads the story before buying it, so, the title must be appealing enough to make the audience pick up the book, and luckily, read the synopsis.

Its main function is, precisely to attract the readers attention and give them a call to at least glance at the text. It should be, not only appealing, but also creative, something that may surprise the audience and that works as a label or advertisement.

How do I choose the title for my book?

Unless you already have a predefined idea from the beginning, this is one of the last things to do. Sometimes, the idea pops up in the middle of the writing process… there is an expression in the text, a simple idea and almost instinctively we know that specific one is the appropriate title for our story.

You should keep in mind that, despite the fact that the title has a natural codependency with the book, it often acquires a life of its own and, many times it´s the only part most of the public knows.

The title of a book must be something small, as too long a title will make the reader weary and make him lose interest. Unless you’re a featured author, your book will be in the shelf, pretty tidy and the only thing a potential reader will see, at first glance, will be the title. If it isn’t sufficiently appealing… your book will probably remain in the shelf and the reader will not even know what your book was about.

Is this a good choice criteria for the reader? Maybe not. But, as writer, you should keep in mind that the average reader won’t even grant an opportunity to most of the books exposed in the book store, and there are plenty of those. So, the title must be small and appealing. It should make the reader question himself and pick up the book. He will analyze the cover and the synopsis (also of great importance in this process) and with a bit of luck, he will take it home.

A good title is paramount to the success of any book.

Escrever é fácil, mas… / Writing is easy, yet…

Escrever, colocar a nossa alma inteira num papel. Sonhar, dissertar. Deixar sair para o mundo, tudo o que a nossa mente consegue criar e o nosso coração consegue sentir.

No final, com um pouco de sorte, temos uma história, ou textos e poemas dignos de serem apresentados ao grande público. Decidimos então que queremos transformá-los. Um livro. E agora?

O processo de escrita, por muito complexo e trabalhoso que seja, não é nada, diante da dificuldade de encontrar a forma ideal de publicar e promover o nosso trabalho adequadamente, dando-o a conhecer aos potenciais leitores.

Assim, à partida, o autor depara-se com duas opções: edição própria ou submete-se à árdua procura de uma editora interessada no seu trabalho.

A EDIÇÃO DE AUTOR

Esta é uma das opções que mais assusta os escritores de todas as idades, mas pode definitivamente, ser uma boa opção para um iniciante, pois as editoras são caras e exigem um investimento significativo por parte do autor, que nem sempre tem disponibilidade para fazê-lo.

Assim, esta opção afigura-se como sendo mais em conta e dado o pouco investimento publicitário em jovens autores, não terá uma diferença assim tão significativa em termos de visibilidade.

Porém, ao tomar esta decisão, uma série de outras têm de ser tomadas e muito trabalho há a fazer.

Em primeiro lugar, temos de definir como o vamos fazer. Contactar directamente uma gráfica? Utilizar os vários serviços que a internet dispõe actualmente para o fazer?

Esses serviços consistem em sites que são exclusivamente para edições de autor. O autor pode neles “fazer” todo o seu livro, seguindo as etapas pré-definidas pelo site e no final, pode mesmo, deixá-lo à venda no mesmo sítio, para além de poder encomendar alguns para si mesmo e vendê-los directamente aos leitores ou tentar criar algum protocolo com livrarias.

Se estivermos dispostos a algum investimento (ainda assim, muitas vezes menor, do que com uma editora convencional) poderão ser uma boa opção. Nestas plataformas, encontramos outros autores em dificuldades e com os quais partilhar dúvidas e ideias e que são uma grande ajuda e incentivo para nós.

A confecção da capa e a paginação do livro tem muitas vezes modelos pré-definidos que nos ajudam. Ou se tivermos conhecimentos e criatividade, podemos criar a nossa própria capa e enviar, tornando o nosso livro totalmente imaginado por nós, uma realidade. Em último caso, podemos contratar serviços mais profissionais a partir do próprio site, para nos ajudarem nos passos mais complicados para nós.

Por outro lado, contratando uma gráfica, com alguma pesquisa e capacidade de negociação, provavelmente encontraremos um melhor preço de impressão, mas somos obrigados a mandar imprimir muitos livros de uma só vez, fazendo um grande investimento, enquanto nos serviços referidos, podemos mandar vir um, dois, os que quisermos…

Aqui ficam dois exemplos, dos mais utilizados pelos autores e onde poderão investigar condições e facilidades.

http://www.lulu.com/

http://www.bubok.pt/

EDITORA CONVENCIONAL

A editora convencional é sem dúvida uma forma mais fácil de o fazer e dá outro ânimo e confiança a qualquer escritor. Muitas vezes, é o empurrãozinho que precisamos para reconhecermos a qualidade do nosso trabalho.

No entanto, não temos a vida facilitada e quando escolhemos esta opção, devemos então começar a pesquisar que tipo de editoras nos interessam. Esta é uma parte muito importante e que um jovem autor, muitas vezes se esquece. A ansiedade e a insegurança, faz com que a tendência seja aceitar a primeira que nos ofereça um contrato. Errado!

A editora errada pode ter consequências desastrosas na carreira de um escritor e ainda menos visibilidade do que uma edição própria. E acreditem que falo por experiência própria. É um erro comum, no qual caímos com frequência no nosso primeiro trabalho. O lado positivo é: aprendemos e não voltamos a fazer o mesmo.

Depois de recolhermos informações, acabamos com meia dúzia de editoras que nos parecem ideais. Enviamos o nosso trabalho e esperamos.

Esperamos…

Esperamos…

Com um pouco de sorte, conseguimos que pelo menos uma, nos aceite. Mesmo que isso não aconteça, não desesperem, podem tentar outros meios, outras editoras ou então, modificar um pouco o vosso trabalho, para se encaixar nas edições habituais da vossa editora preferida.

E lembrem-se, a recusa das editoras nem sempre tem a ver com a qualidade do trabalho, mas com investimentos e situações que pouco ou nada se relacionam com a arte.

Escolhida a editora e aceite o nosso projecto, começa então o trabalho chato e muitas vezes responsável por muitas crises de ansiedade… É duro, mas compensa.

Começa a troca de mails, reuniões com representantes deste ou daquele departamento da editora, discutir a nossa parte do investimento, assinar contrato, capa, construir a sinopse, escolha de frases-chave para publicidade, revisões e paginação, revisões, revisões e mais revisões, até chegar o grande dia do lançamento.

Nesse dia, convidamos todos os amigos e familiares, mesmo aqueles que nunca vemos, num nervosismo que nos faz perder a noção do tempo. No dia, aparecem metade daqueles que disseram que iam. O nervosismo continua a crescer e o dia passa a correr e no fim, mal sabemos o que foi que nós dissemos a todas aquelas pessoas.

Por pior que seja, a sensação de dever cumprido, deixa-nos um sorriso no final. Mais uma etapa vencida. Acabou. 🙂

LEITORES

Depois disso, parece que tudo acabou, nada mais errado. A nossa caminhada está só a começar e ainda não sabemos muito bem por onde ir.

Começamos a tentar promover, mostrar, dar a conhecer o nosso livro. Percebemos que perdemos mais dinheiro do que aquele que ganhámos, mas… é um investimento e temos esperança de um dia, quem sabe, vir a recuperá-lo.

Pela minha experiência, acabamos por recuperar, sim, anos depois, mesmo que não haja propriamente lucro. Mas nem tudo está perdido, é apenas um caminho, difícil… e muito mais fácil de fazer quando estamos acompanhados, por quem nos entende, por quem realmente quer ajudar e por quem luta pelo mesmo que nós.

Com editora ou com edição de autor, o problema é o mesmo, publicidade e dar a conhecer. A editora não gasta dinheiro com um autor que ninguém conhece e todas as iniciativas têm de partir de nós. Mas, por favor, não desanimem. Eu não desanimei e o meu segundo trabalho teve um maior impacto e mais visibilidade. Aos poucos, conseguimos. O importante é nunca desistir. 😉


Writing… it lays down your entire soul, wide open on a piece of paper. Dreaming, discoursing. Letting the world know what your mind could create and your heart could feel.

In the end, with a little luck, you might just have a story, or texts and poems which are worth being introduced to the general public or audience. So, you’ve decided you wish to turn them into a book? What now? What follows?

The process of writing is complex and hard-working, although, that’s nothing if you take into account the other difficulties you will face, deciding how to publish and promote your work properly for the potential readers.

So, to begin with, the author is facing two options: being his own publisher or the hard quest for the search of an established publisher that values his writing and takes interest in his work.

AUTHOR EDITION

This is one of the scariest options to all authors, regardless of their age (and in some cases, even previous experience), but it can definitely be a good choice for a beginner, since the publishers are expensive and they require a significant investment by the author, who might not be able to afford it.

Thus, this option appears as the least expensive one and knowing the low marketing investment in young authors, it will sadly not have that great a difference where the visibility of your work is concerned.

However, if you made this decision, there are countless other choices to be made and you have a lot of work to do.

In the first place, you need to define how you’re gonna do it. Will you be in contact directly with the book printers, or might you use one of various services the internet offers nowadays?

These services consist in websites that are exclusively used for author editions. There, the author can “make” his whole book, following the instructions, step by step and, in the end, you can also leave your work there to sell. Plus, you can order some copies for yourself or to sell them directly to your readers or even, try to create a protocol with some book stores.

If you are willing to do some investment (even so, smaller than in a conventional publisher) this could be a good option for you. On these platforms, you will find other authors in difficulties and with whom you can share your doubts. This can be a great help and of motivation to you.

As for the book cover and pagination, both have predefined models that may help you in the process. Or, if you have the knowledge and creativity for that, you could create your own cover and send it in, turning your dream book into a reality. And, of course, you may always hire professional services, in or out the site.

On the other side, if you hire a printer, with some research and negotiation, you’ll probably find a better price, yet you will probably have to order a huge amount of books at a time, which means a great investment, while in previous services, you may order just one or two books, or how many you want…

Here stand two examples with great acceptance among authors and where you could research about their conditions of use.

http://www.lulu.com/

http://www.bubok.pt/

CONVENTIONAL PUBLISHER

The conventional publisher is, without a doubt, an easier way to go through the whole process and it gives cheer and confidence to any writer. Many times, this is the little push you need in order to recognize the quality of your own work.

However, it’s not easy and we face some challenges in this decision too. When you take this option you should start worrying about researchingthe potential publishers with which you’d like to work with. This is a very important part and the young author often forgets about it or just dismisses it entirely. The anxiety and insecurity will make the most of us accept that first offer that comes in. That’s the worst thing you could do!

Picking the wrong publisher may be devastating for your career as an author and your visibility might suffer, perhaps it may even be worse than a self-published work. It’s a common mistake and believe me, this was my experience with my first book. The bright side is: we learn with that experience and we will never fall prey to this mistake again.

After we collect all the information that is required, or that we otherwise need, we ended up with a couple of suitable publishers. Then, we send our work and wait.

And wait…

And wait…

With a little luck, we’ll have, at least, one publisher interested in our book. Even if it doesn’t happen, please don’t despair, you could try other means, other publishers, or even make some small changes to your work, to better fit in with the main editions from your favorite publisher.

And remember, a refusal from a publisher isn’t always related with the quality of your work, but with investments and situations that are slightly related (or even unrelated) with the art.

But eventually, the moment will arrive. You have chosen a publisher, it accepts your project and then, the boring work begins. That’s, many times, responsible for a lot of anxiety crisis… It’s hard, yet rewarding.

The emails will start to flow, meetings with representatives from ‘this and that’ department, you discuss the investment, the signing of a contract, the cover, you build the synopsis and pick the key words and sentences for the marketing campaign, reviews and pagination, reviews again, more reviews, until the big day of the release.

For the release, you invite all of your friends and relatives, even the ones you almost never see. There is such an anxiety attached to that moment that it’ll make you lose track of time. On the day itself, just half of the people that assured you they’d be there, actually show up. The anxiety grows higher and the day flies by. At the end of it, you barely know or remember what you said to all those people.

It doesn’t matter if it didn’t go according to plan, or even how bad it went, the feeling of accomplishment you will have will definitely leave a smile in your face. Another successfull step! 🙂

READERS

After all that is done, you feel like “it’s over”, but you’re totally wrong. Your journey is just beginning and you don’t yet know where to go.

You will start to promote your book, showing it to people, making it visible and known. Here, you’ll realize that you lost more money than the one you earned, but…. it’s an investment and you’ll be hoping that someday, maybe, you can get it back.

In my experience, you usually do, years later and without any profit. But it isn’t all lost… It’s a way, a hard one… and it’s a bit easier doing with another person by your side, someone who fully understands you, who really wants to help you and, even better, who fights and will continue to fight for the same things you do.

With a publisher, or with an author edition, the problem remains the same: making sure your book is being presented to people, making it known. The publisher does not spend alot of money on an anonymous writer and pretty much all of the initiatives should, and most likely will, come from you. But, please, do not feel discouraged. I certainly tried my hardest not to be, and my second work had more impact and visibility. Step by step, you will get it. Just remember, never give up! 😉