O Bater do Coração – The Heart Beat

Aqui vos deixo mais um título a não perder de um jovem autor português.

Encomendem e partilhem, ajudem-nos a fazer a Campanha Chuva de Encomendas chegar a cada vez mais pessoas. 🙂

 

CAMPANHA #Chuva_de_Encomendas

Título: O Bater do Coração
Autor: Diogo Simões

Sinopse: Certo! Não era coisa que eu ouvisse todos os dias, e na verdade, acho que nunca tinha ouvido. No entanto, era estranho. Ouvir um rapaz com dezassete ou dezoito anos a dizê-lo. Não duvidei por um segundo que estivesse a dizer a verdade, bastava olhar para os seus olhos. Aproximei-me dele, hesitante, dando passadas breves e curtas. Nunca tinha sentido esta sensação de querer reconfortar alguém. Era como estar num daqueles meus livros, nas histórias que lia todas as noites.
Sentei-me junto do rapaz, ainda sem nome, e fiz uma coisa que nunca tinha feito a ninguém, coloquei o meu braço pelas suas costas. Estava quente e tremia. Chorava. Nunca tinha visto um rapaz chorar. Era um leque novo de emoções também para mim.
O navio deu um solavanco o que me fez aproximar mais dele, causando um bater mais acelerado do meu coração. Acabei por o abraçar.

Poderá ser adquirido em:
http://www.bertrand.pt/ficha/o-bater-do-coracao?id=15766725
http://www.fnac.pt/O-Bater-do-Coracao-Diogo-Simoes/a795129
http://chiadoeditora.com/livraria/o-bater-do-coracao
http://www.boaleitura.com/livro/125892
http://www.wook.pt/ficha/o-bater-do-coracao/a/id/15766725


Here we are, being met with another book from a young portuguese author. That’s always great news!

Order and share, help us make the “It’s raining books” campaign reach even more people. 🙂

 

#It’s_Raining_Books CAMPAIGN
Title: The Heartbeat
Author: Diogo Simões

Synopsis: Sure, it wasn’t something you hear everyday, in truth, I think I’d never heard it before. However, it was weird. Hearing a boy of 17 or 18 years old say that. I didn’t doubt, not even for a second, that he was telling the truth, I just needed to look into his eyes. I approached him, hesitant, with small and short footsteps. I’d never felt this sensation of wanting to comfort someone before. It was like being in one of my books, in the stories that I read every night.
I sit next to the yet nameless boy, and I did something I’d never did to anyone before, I put my arm around his back. It was warm and tremble. He was crying. I’d never seen a boy crying before. It was a range of new emotions for me as well.
The ship lurched which made me get closer to him, making my heart race even more. I ended up hugging him.

It may be acquired at:
http://www.bertrand.pt/ficha/o-bater-do-coracao?id=15766725
http://www.fnac.pt/O-Bater-do-Coracao-Diogo-Simoes/a795129
http://chiadoeditora.com/livraria/o-bater-do-coracao
http://www.boaleitura.com/livro/125892
http://www.wook.pt/ficha/o-bater-do-coracao/a/id/15766725

OS 10 ERROS DO ESCRITOR – 10 MISTAKES A WRITER COMMITS

Escrever é uma paixão, mas quando queremos tornar-nos um escritor profissional, acabamos por ter de lidar com tantas outras situações que nada têm a ver com a escrita. Todas elas acabam por ter um impacto determinante e muitas vezes, por levar a grandes desilusões.

Aqui ficam alguns dos erros mais comuns, especialmente entre os novos autores.

1. Escrever para ganhar dinheiro

Sim, o seu grande sonho é tornar-se um escritor bem sucedido, que pode viver exclusivamente dos seus livros. Mas, se o objectivo é fazer muito dinheiro, talvez esteja na hora de se dedicar a outras actividades…

2. Achar que consegue rever o próprio texto

Este é um erro muito comum nos escritores novatos e em grande parte devido ao lado financeiro que nem sempre é fácil de gerir. No entanto, é preciso ter a perfeita noção de que não vão conseguir rever o próprio texto. É preciso um profissional, que conheça muito bem a língua em que o texto está escrito. É, sem dúvida, uma prioridade.

3. Depender unicamente das redes sociais e do boca-a-boca

Sim, a publicidade é cara e esta é a forma mais rápida e com menos gastos de divulgar o nosso livro. Porém, pouco eficaz. Claro que conseguimos vender uns quantos exemplares aos familiares e amigos, mas depois… percebemos que não chega. E claro, dos 1000 amigos do facebook… quantos irão realmente comprar e quantos ficarão pela promessa de o fazer?

4. Escrever apenas o que gosta

É tentador e confesso que é o erro que mais cometo, mas se querem chegar ao grande público, vão ter de sair da vossa zona de conforto, tentar perceber o que é que os outros querem ler e começar a trabalhar mais nesse sentido.

5. Esperar que a editora faça todo o trabalho publicitário

Pois… este tópico é um dos mais controversos. Senão vejamos, a editora acaba por ter bem menos trabalho do que esperaríamos que tivesse. O autor ajuda nos custos financeiros e ainda tem de publicitar? Mas… não é obrigação da editora? Bem, deveria, pelo menos, ser do interesse dela publicitar os próprios livros e com alguma sorte fazer algum dinheiro com isso, no entanto, o jovem autor tem de se preocupar sim, tem de ser ele a promover o seu livro e organizar eventos que o ajudem a fazê-lo, mesmo que recorram à ajuda da editora. Se não apresentarem ideias, se não tentarem fazer por vocês… nada acontece.

6. Elevadas expectativas

Esta é a melhor história que já alguma vez escreveram? Todos os vossos amigos já leram e gostaram? Que bom! Verdade, é uma sensação maravilhosa, mas não acreditem que isso é a chave do sucesso. Sonhar é bom. Ter ambição. Tentar. Mas expectativas demasiados elevadas, provocam uma queda muito grande e muitas vezes, difícil de recuperar. Apenas, mantenham os pés na terra.

7. Escrever sem planeamento

A melhor parte de escrever um livro é sem dúvida a escrita propriamente dita. É pegar num lápis ou caneta, ou no computador e deixar as palavras fluirem livremente. Contudo, está longe de ser a mais importante. Se não houver um planeamento cuidado da história e da forma como introduzem os factos e as personagens correm sérios riscos de cair em contradições, tornar a história muito lenta ou muito rápida. A incoerência afasta os leitores. É importante fazer um planeamento pormenorizado e só depois escrever.

8. Escrever o que “está na moda”

Isto pode parecer contraditório com o que disse no ponto 4, mas o que quero dizer é “nem 8 nem 80”. Sim, temos de ir de encontro ao que o público deseja, no entanto, corremos o risco de escrever demasiado clichés, ou a nossa história será igual a todas as outras. É importante, mesmo que peguem num tema usado e abusado, que sejam originais e que apresentem algo de novo aos vossos leitores.

9. Preferir “não saber”

Ouvir críticas é muito duro, certo? Mas são absolutamente necessárias, ajudam-nos não só a melhorar a nossa escrita, como também a manter os pés no chão. Com o tempo vão habituar-se a ouvir opiniões menos positivas e torná-las na vossa força, mas para isso, têm de parar para escutar o que os outros têm a dizer.

10. Acomodar-se

Acabei o meu livro. Foi editado. Já passou o lançamento. Pronto, acabou. NÃO! O trabalho ainda agora começou. Participem em eventos, criem coisas nvoas, tragam ideias, não deixem que as pessoas se esqueçam de vocês. E claro: boa sorte! 🙂

 


Writing is a passion, but if you want to do it professionally, you will have to deal with certain situations that aren’t exactly related to the act of writing itself. Every one of these will have a significant impact on you and they will often lead you to disappointment or regret.

In order to try and fight this, one must acknowledge and review certain habits, customs or decisions and try to keep a focused, yet open mind going forward with a goal to better oneself and one’s own work.

Now, I present you with the most common mistakes we tend to make, especially for beginning authors.

1. Writing to make money

Yes, I know your biggest dream is to become a successful writer, who could one day live off of your books, however, if your goal to begin with is simply to make a lot of money, perhaps you should consider rethinking your options…

2. Thinking yourself able to review your own work

This one is a very common rookie’s mistake and actually quite prevalent, mostly due to financial issues when you first start writing and can’t exactly make a living from it. However, you need to know that not only is this not recommended, it’s actually pretty negligent since you can’t really do it properly. You’ll need a professional, someone who really knows the language you’re writing in. It’s, without a doubt, a priority.

3. Relying entirely on social media networks and word of mouth

Yes, publicity is certainly expensive and these methods of promoting your work are definitely cheaper and appear to be quicker to put out. However, they can quite often prove ineffective. Of course you can sell a few copies to your friends and family, but then… you’ll start to realize that it’s simply not enough. And, let us be real here, how many of your thousands of Facebook’s so-called friends will really buy your book and how many will just promise to get around to it once they ‘have the time’?

4. Writing only the kind of works you think you’d like

This is a tempting mistake to make, but if you truly want to reach the general public, you’ll have to get out of your comfort zone, try to understand what people in general like and want to read, then start working towards making sure your own work relates to it in a better or more meaningful way.

5. Expecting the publisher to do all of the publicity work

This topic is quite controversial. The fact is, the publisher will often do and provide you with less than you expected. The point is, with small and medium publishers the author helps (most of the time) with the financial costs and, in the end… is he still expected to be the one to advertise? Isn’t a publisher’s obligation or at least a priority? Well, it should be… The publisher should have the interest of advertising its own books and hopefully make some money from them, however, the young author will certainly have to worry about it as well. He will still have to promote his book and organize events that help him do that, even with the help from the publisher. If you do not present ideas, if you don’t try to do it yourselves…. Nothing will happen.

6. High expectations

Is this the best story you ever wrote? Did all your friends read it and told you they loved it? Good! That’s truly a wonderful sensation, but don’t think it’s pretty much the key to success. Dreaming is good, having some ambition, but… too high an expectation will usually lead you to a greater disappointment and it’s hard bounce back from that. So, try to your head leveled and both feet on the ground.

7. Writing without any planning

The best part of writing a book is, without a doubt, the act of writing in itself. It’s picking up a pen or sitting in front of your computer and letting the words flow freely. However, that may be not the most important part. Without careful planning of the story, the characters and their backgrounds, you can find yourself drowning in contradictions, continuity errors or simply messing up the time, turning your story way too slow or fast. The incoherency alienates the readers. It’s very important that you make a personalized plan and then to write while trying to stick to it.

8. Writing what’s “in vogue”

This may seem contradictory with the previously mentioned point 4, but what I mean is that you shouldn’t exactly have a ‘sink or swim’ attitude. So, yes, you should follow the public to an extent, their ideas and tastes, but you have to be careful as not to write into your work way too many tropes or clichés, thus rendering your story the same as all the others. It’s important that, even if you write about a very popular theme, you try to be creative,give it your own spin and approach the readers with something new that they can fall in love with.

9. Believing that some ignorance is indeed bliss

Hearing criticism is pretty hard, right? But that’s an absolutely necessary evil, as it will help us, writers, improve the quality of our writing or even a particular work, highlighting some of our flaws, yet allowing us to overcome them. With time and some effort on your part, you too will get used to listening to some critical opinions without wallowing, but in order to do that, you need to stop and listen to what people have to say.

10. Accommodating yourself.

“I finished my book. It’s been published. The release date has passed. Done. It’s over.” NO! The work has only just begun. Participate at different events, create new concepts, bring forth ideas… do not let people forget about you. And of course: good luck! 🙂

DEVANEIOS – REVERIES

CAMPANHA #Chuva_de_Encomendas

Título: Devaneios
Autor: Mafalda Ling

Sinopse: Após o lançamento do Pensamentos aventuro-me agora na obra Devaneios, que se passa entre 17 de agosto e 26 de setembro de 2014.
Continuo a escrever com o meu coração pois de outra forma não saberia como o fazer…

Poderá ser adquirido em:
http://www.wook.pt/ficha/devaneios/a/id/15952070
http://chiadoeditora.com/livraria/devaneios

Poderão ainda tentar encomendá-lo numa loja FNAC ou BERTRAND e ajudar a autora a ver o seu trabalho expandir.


“IT’S RAINING BOOKS” Campaign

Title: Reveries
Author: Mafalda Ling

Synopsis: After the release of ‘Thoughts’ I went out on a limb and took a chance, with this new book Reveries, which reflects on what happened between August 17th and September 26th of 2014.
I keep on writing with my heart as I wouldn’t know how to do it any other way…

It may be acquired at:
http://www.wook.pt/ficha/devaneios/a/id/15952070
http://chiadoeditora.com/livraria/devaneios

You may also order a copy at any FNAC or BERTRAND store and help our author expand her work.

A IMPORTÂNCIA DO TÍTULO – THE TITLE AND ITS IMPORTANCE

Atribuir um título a um livro ou texto, é considerada por muitos a fase mais difícil da produção da obra, mas é também uma das mais importantes.

São vários os casos de livros medíocres que se tornaram bestsellers graças ao seu título chamativo, bem como, muitos são os livros de grande qualidade que continuaram a ganhar pó nas prateleiras das livrarias, graças a um título sem graça e que não apela minimamente ao leitor.

Todos os escritores, na hora da escolha, devem ter em mente que o título pode determinar a leitura ou não da nossa história, livro, notícia ou qualquer outra coisa que tenham escrito.

O título deve dar uma noção do que fala a história e criar um suporte para o leitor, ele pode ser uma expressão-chave que capta a essência do que vão ler. Claro que todos conhecemos vários títulos que não nos dizem nada e mesmo assim vendem. Sabem porquê? Provocam curiosidade. Contudo, pode ser um risco, apostar neste estilo de título.

Ninguém lê o conteúdo da história antes de a comprar, por isso, o título tem de ser chamativo o suficiente, para fazer o leitor pegar no livro e com um pouco de sorte, ler a sinopse.

A sua principal função é precisamente a de atrair potenciais leitores e chamar a atenção para o texto. Deve ser, não só apelativo, mas também criativo, algo que supreenda o leitor e que funciona como anúncio ou rótulo.

Como escolho um título para a minha obra?

A menos que já tenham uma ideia muito definida de início, esta é uma das últimas coisas a fazer. Às vezes, a ideia surge durante o processo natural de escrita, há uma expressão no texto, uma ideia simples e quase instintivamente sabemos que aquele é o título adequado à nossa história.

É preciso ter em conta, que o título tem uma relação de dependência natural, face à obra, claro, mas frequentemente, ganha uma vida própria e não raras vezes, é a única parte da obra que a maioria do público conhece.

O título de uma obra deve ser algo sintético, um título demasiado longo cansa e desinteressa o leitor. A menos que seja já um autor de destaque, o seu livro vai estar na prateleira, bem arrumadinho, sendo que o que mais facilmente é visto pelos potenciais compradores é o título. Se este não for suficientemente apelativo…. ele não vai sair da prateleira e o leitor não vai nem saber do que se trata a obra.

Será este que é um bom critério de escolha para o leitor? Talvez não. Mas enquanto escritores, devemos ter a consciência de que os leitores não vão sequer dar a oportunidade à maioria dos livros que estão expostos e todos sabemos que são muitos. Assim, o título deve ser curto e apelativo. Deve fazer com que o leitor se questione e pegue no livro. Ele vai analisar a capa e a sinopse, também de extrema importância no processo e com um pouco de sorte, levá-lo para casa.

Um bom título é fundamental para o sucesso de qualquer obra.


Giving a title to a book or a text is, for many people, the hardest part of its production, but it’s also one of the most important.

There are many cases of average books that became bestsellers with a special thanks to their appealing title, just as there are a lot of quality books gathering dust in the shelves of book stores partly due to a bland title that does not appeal to the readers.

When it comes time to choose a title, any writer should keep in mind that it may determine whether the audience will read his story, book, news or any other thing he may have been writing.

The title should give a notion about the story’s theme and create a support for the reader, it can be a key sentence that captures the essence of what people will read within. Surely you know some titles that don’t say much and even so, they sell or certainly help in doing so. Why? They stimulate the reader’s curiosity. However, it’s risky to bet on this kind of title.

No one reads the story before buying it, so, the title must be appealing enough to make the audience pick up the book, and luckily, read the synopsis.

Its main function is, precisely to attract the readers attention and give them a call to at least glance at the text. It should be, not only appealing, but also creative, something that may surprise the audience and that works as a label or advertisement.

How do I choose the title for my book?

Unless you already have a predefined idea from the beginning, this is one of the last things to do. Sometimes, the idea pops up in the middle of the writing process… there is an expression in the text, a simple idea and almost instinctively we know that specific one is the appropriate title for our story.

You should keep in mind that, despite the fact that the title has a natural codependency with the book, it often acquires a life of its own and, many times it´s the only part most of the public knows.

The title of a book must be something small, as too long a title will make the reader weary and make him lose interest. Unless you’re a featured author, your book will be in the shelf, pretty tidy and the only thing a potential reader will see, at first glance, will be the title. If it isn’t sufficiently appealing… your book will probably remain in the shelf and the reader will not even know what your book was about.

Is this a good choice criteria for the reader? Maybe not. But, as writer, you should keep in mind that the average reader won’t even grant an opportunity to most of the books exposed in the book store, and there are plenty of those. So, the title must be small and appealing. It should make the reader question himself and pick up the book. He will analyze the cover and the synopsis (also of great importance in this process) and with a bit of luck, he will take it home.

A good title is paramount to the success of any book.

SOMBRAS – SHADOWS

Sombras

Claro que o meu mais recente romance não poderia ficar de fora da campanha. 🙂

Campanha – CHUVA DE ENCOMENDAS

Título: Sombras
Autor: Cátia Isabel Silva

SINOPSE: Poderá uma mente perturbada, ser na verdade, uma porta para o sobrenatural?
Matilde é uma adolescente de 17 anos, filha de emigrantes portugueses nos Estados Unidos e que cresceu sobre o pesado estigma da esquizofrenia. Após o seu encontro com o misterioso Rafael, a jovem jamais voltará a ver o mundo da mesma forma.Inspirado em reais pacientes psiquiátricos, Sombras é uma viagem ao perturbante inconsciente humano, onde a realidade e a fantasia se encontram numa luta constante pela procura da verdade.

(Poderá ser encomendado em qualquer loja FNAC, BERTRAND, ou através de WOOK.)

Conto convosco!

http://www.fnac.pt/Sombras-Catia-Isabel-Silva/a783526


 

Obviously, my newest novel couldn’t be left out of our “It’s raining books!” campaign.  🙂
Campaign – IT’S RAINING BOOKS
Title: Shadows
Author: Cátia Isabel Silva

SYNOPSIS: Could a troubled mind be, in actuality, an open door to the supernatural?

Matilde is a 17 years old teenager, the daughter of portuguese immigrants in the United States who grew up under the heavy stigma of schizophrenia. After an encounter with the mysterious Rafael, she will never see the world the same way again. Inspired by real psychiatric patients, Shadows is a journey to the disturbing human unconscious, where the reality and fantasy are in a constant fight for the search of the truth.

 

(It can be ordered at any FNAC or BERTRAND stores, or even through WOOK.pt.)

I’m counting on you!

http://www.fnac.pt/Sombras-Catia-Isabel-Silva/a783526

INTENSIDADE, Reflexões Poéticas – INTENSITY, Poetic Reflections

Campanha – CHUVA DE ENCOMENDAS

Aqui fica um exemplo de jovem autor que incluímos na nossa campanha.

Título: Intensidade – Reflexões Poéticas
Autor: Pedro Barão de Campos

Um livro de poesia que nos faz refletir, sentir e viver o mundo e as emoções de forma avassaladora.

Deixem-se levar pelo sabor das palavras e a doçura da poesia.

http://www.amazon.com/Intensidade-Portuguese-Edition-Pedro-Campos-ebook/dp/B007O30FNI


 

Campaign  – “IT’S RAINING BOOKS”
Here is an example of a young author who is part of our campaign.
Title: Intensity – Poetic Reflections
Author: Pedro Barão de Campos

This is a book full of beautiful poetry that makes us ponder, reflect upon, feel and live the world and its emotions in an overwhelming way.
Let yourself be immersed in the taste of the words and the sweetness of poetry.

Check it out at:
http://www.amazon.com/Intensidade-Portuguese-Edition-Pedro-Campos-ebook/dp/B007O30FNI

CAMPANHA CHUVA DE ENCOMENDAS – CAMPAIGN “IT’S RAINING BOOKS”

 

A ideia desta campanha surgiu devido à recepção de várias mensagens de jovens autores manifestando a sua desilusão e frustração ao perceber que mesmo após toda a luta para conseguir uma editora disponível para a nossa obra, o pior ainda estava por vir.

Estamos neste momento, a enfrentar uma fase complexa para qualquer um que queira ser escritor. Arranjar uma editora que aposte em nós já não é tão difícil como era antes. Mas… O que significa realmente apostar?

Os nossos livros são editados, mas não são colocados nas grandes livrarias, onde de facto poderiam vender. Porquê? Porque elas não querem. Um jovem autor não é encarado como um potencial talento, um potencial bestseller, mas sim, como um potencial prejuízo…

Não percebem que são eles próprios que criam esse prejuízo. O público só compra o que está diante dos olhos e os novos autores não têm essa oportunidade, pelo que ficam eternamente à espera de uma publicidade que não vem e oportunidades que não surgem.

Chegou a hora de mudarmos esta situação. Os livros podem ser encomendados na loja ou online. Vamos fazer chover encomendas de jovens autores e mostrar às grandes livrarias como a FNAC ou BERTRAND que vale a pena, sim, apostar em novos talentos.

Contamos convosco para nos ajudarem.
Divulguem e encomendem!

A campanha está também publicitada e divulgada na comunidade Há Vida Entre As Linhas, no Facebook. A todos os jovens autores, partilhem o vosso título connosco e vamos fazer chover encomendas. 🙂


The idea of this campaign was born due to the reception of several messages from young authors who expressed some disappointment and frustrations regarding the fact that even after all the struggles to get themselves published, the worst was yet to come.

We are now, facing a difficult time for anyone who wants to be a writer. Finding a publisher who is willing to bet on us is not as difficult as it was before, but … What does it really mean to bet on a writer? What is our support like?

Our books are published, but they certainly aren’t placed in major bookstores, where, in fact, they very well might sell. Why? Because they don’t want to. A young author is look upon, and seen as a potential loss rather than a potential talent or a potential bestseller.

The great companies do not realize that it is they, themselves, who is creating that loss, or the very likelihood of said loss. Nowadays the public mostly buys only what’s placed in front of them, and new authors do not have, or are not granted such an opportunity, so they are eternally waiting for some marketing strategy that does not and will not come along with opportunities that will not arise.

It’s time for us writers to change this situation and start helping ourselves and one another. The books can be ordered in a store or online. Let’s make it rain orders of young authors and show to the large booksellers and retailers, like FNAC or BERTRAND, that it’s worth it indeed, to invest in new talent, to dish out opportunities to some promising authors.

We count on you to help us. Share and order yourself!

The campaign is also publicized and shared in the community Há Vida Entre As Linhas, on Facebook. To all the young authors, share your work with us and we will make it rain orders. 🙂

RITMO NARRATIVO – NARRATIVE PACE

Quando estamos a escrever, temos a tendência natural de visualizar cada cena na nossa cabeça, no entanto, quando passamos para o papel, nem sempre o fazemos da melhor forma. É importante saber o momento de acelerar e o momento de travar um pouco e dar mais detalhes e pormenores ao leitor, para que eles possam ver a cena pelos nossos olhos e com o mesmo fascínio com que a escrevemos.

O tempo é fundamental quando contamos a nossa história e temos de nos certificar que o leitor o acompanha da mesma forma que nós. Para além da ordem da narrativa (o que vem antes e depois) temos um aspecto muito importante, no qual se foca este post: o ritmo.

Não há fórmulas exactas que possamos usar consoante um ou outro parâmetro, no entanto, esta é uma componente muito importante em qualquer história para que a deixemos passar em branco.

O leitor moderno está habituado a uma velocidade mais rápida, passada pelo cinema e pela televisão e (salvo algumas excepções) prefere, de uma maneira geral, um ritmo narrativo mais rápido, onde os acontecimentos surgem uns atrás dos outros e sem descrições intensivas. Contudo, enquanto escritores, não podemos redigir um texto, onde a ausência de qualquer descrição mais detalhada torna a nossa história superficial e as nossas personagens sem profundidade psicológica e emocional.

Desta forma, temos de escolher cuidadosamente as cenas mais importantes e decisivas e apostar nelas para um ponto de vista mais detalhados. Nas restantes, a descrição de pormenores deve aparecer integrada na narrativa, de modo a que seja fácil de ler e mesmo minimalista, dê a informação básica necessária.

O ritmo nem sempre (para dizer a verdade, quase nunca) é determinado através de uma decisão consciente do escritor, muitas vezes, é fruto da história em si e da forma como o enredo é montado. Uma boa forma de perceber se a nossa história está demasiado rápida ou demasiado lenta é deixá-la de lado durante alguns dias e depois voltar a lê-la e terão uma perspectiva bastante diferente.

É bom não esquecer ainda, que o comprimento das frases e a forma como se utilizam os sinais de pontuação também têm uma grande influência no ritmo narrativo.


When you’re writing, you have a natural tendency to visualize each scene in your mind, however, when you put it down on paper, you don’t always do it the right way. It’s important to know when to accelerate and when to step on the brakes a bit and give the reader plenty more details, so he can see the scene through your eyes and hopefully with the same fascination with you were writing it with.

Time is a fundamental element when you tell your story and you must make sure that the reader sees it in the same way as you. In addition to the narrative order (what comes before and after) there is another very important aspect, on which this post is majorly focused: the pace.

There aren’t exact formulas that you can use which would depend on one parameter or another, but this is a very important component in any story, too important to let it slide by unmentioned.

The current reader is used to a faster speed, usually delivered by the cinema and television and, with some exceptions, this reader now tends to prefer this faster pace narrative, where events occur one after the other, without thoroughly intensive descriptions in between. However, as writers, we can not write a text where the absence of any detailed description would make our story too shallow or superficial and make our characters lack in psychological or emotional depth.

Thus, we have to carefully choose the most important and decisive scenes and bet in them for a more detailed point of view. In the remainder of the story, descriptive details should appear integrated in the narrative, so that they’ll be easy to read and still grant the reader with the required information and minor flourish.

The pace isn’t always determined by a conscious decision of the writer (to tell you the truth, it almost never is). It is often the result of the story itself and the way the plot is elaborated. A good way to understand if our story is moving way too fast, or too slow, is to leave it aside for a few days and then re-read it and you’ll likely have a quite different perspective if that were indeed the case.

It’s important not to forget that the length of the sentences themselves and the way in which punctuation marks are used, both have a major influence on the narrative rhythm you imprint on the story.